segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Centro de São Paulo.

A foto não diz tudo, não é mesmo? Esses são os prédios vistos por trás das avenidas movimentadas do centro da cidade de São Paulo. A fachada da frente, devidamente pintada, com cara de prédio novo, por trás, a sujeita, a verdadeira cara tapada por uma maquiagem que disfarça a verdadeira intenção dos políticos paulistanos com o centro velho.
Você acha que a ação na cracolândia tem realmente intenção de prender traficante? É claro que não! Não há sequer atendimento de assistentes sociais, não há encaminhamento de dependentes químicos para tratamento, São Paulo não tem essa estrutura!
Aí chega a polícia, bate, espanca, por que? Por conta de interesses muito maiores - financeiros - com o centro velho. Tudo é rebocado, tudo é pintado, aumenta IPTU, mas, por trás, é isso. Musgo, cimento, abandono.
Vamos acordar?

Já fiz um post sobre a cracolândia (http://tihnoguti.blogspot.com/2012/01/cracolandia.html), este foi apenas para mostrar a indignação sobre um fato que ocorre sob os olhos de quase 20 milhões de pessoas e muito pouco é falado, muito pouco é comentado.. Isso me irrita, demais!
Se fazer de cego e fechar seus olhos e acreditar que vivemos uma utopia européia é fácil mesmo, né?

Um comentário:

Anônimo disse...

O único meio de iniciar verdadeira mudança no Brasil, seria através das URNAS mas não demagógica e idiotamente... Minha ideia é: O povo não irá as urnas nesta eleição, irá sim exigir que o TSE mude as leis eleitorais assim: Não mais haverá voto em legenda, o voto passará a ser nominal ao candidato (pois é com voto de legenda que eles elegem os bandidos que fazem parte da panelinha) Quando um candidato tiver sobra de voto ou seja acima do número necessário para o eleger... o que sobejar será anulado não ficará mais para o partido eleger os bandidos da panelinha, todo cargo terá um certo número de candidato que nunca foram eleito a nada, para assim dar ao povo uma válvula de escape para não elegerem sempre os mesmos. Isso SIM É MAIS EFICIENTE QUE QUALQUER PROTESTO, quase sempre infrutíferos.